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A capa de hoje do jornal Record tem uma questão subjacente bastante interessante. Diz o jornal que o “Porto alia-se ao Sporting nas queixas sobre as claques”. Aqui a palavra “aliados” é abusivamente utilizada para encaixar na cartilha e vender mais uns jornais. A frase correcta seria: “Porto segue a reboque do Sporting nas queixas contra o Benfica”. Mas já lá vou.

A guerra entre Benfica e Sporting vem dos tempos do corte de relações institucionais provocado pela tarja no Pavilhão da Luz – num derby de Futsal – e pelo lançamento de engenhos pirotécnicos para cima dos adeptos do Sporting nesse mesmo fim-de-semana, no derby de futebol em Alvalade. A transferência de Jorge Jesus para o Sporting e a luta até ao fim pela conquista do campeonato passado, acicatou ainda mais os ânimos entre os rivais. Nesta guerra, as queixas entre os dois clubes são recorrentes, mesmo em temas que não envolvem directamente os clubes. Neste tipo de queixa, o Benfica deu o pontapé de saída com a questão “Gauld/Geraldes” e o Sporting respondeu com o pedido de castigo a Jonas e Samaris relativo ao clássico com o Porto.

É um facto que o Porto tem-se aproveitado desta guerra, deixando os rivais atacarem-se mutuamente. Basta olharmos para o caso dos vouchers, onde o Sporting tem lutado sozinho pelo que acredita ser justo. Os dragões demoraram a perceber que no actual estado de coisas têm de sair da zona de conforto. E isso tem sido feito desde o início deste ano. O Porto está agora mais activo em termos de comunicação e até de mobilização em torno do clube. Mesmo assim, segue a reboque do que tem sido feito pelo Sporting.

Obviamente, não haverá nenhum reatar de relações institucionais enquanto Adelino Caldeira estiver no Porto. E mesmo se um dia venha a sair, tenho sérias dúvidas que as relações sejam reatadas. Importa aqui dizer que o Sporting tem o seu rumo bem definido e luta contra quem tiver de lutar, seja onde for, por tudo aquilo em que acredita.
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Dado o ambiente de asfixia encarnada por todo o futebol português, é natural e inteligente que aqueles que não se reveem na opressão vermelha se aproximem tacitamente no sentido de não permitir um “quasi” poder absoluto e monopolista.
Mas há aqui algo de relevante…quem lidera é o Sporting! Quem não se cala é o Sporting! Quem pugna e deu o peito as balas para desmitificar a maquina encarnada nos últimos anos foi o Sporting de Bruno de Carvalho, alvo de uma campanha negra sem precedentes…

O Sporting tem ideias, valores e lidera. Quem reconhecer valor na nossa postura segue-nos!!

Um coisa parece-me clara. Com esta direcção, o Sporting jamais andará a reboque de quem quer que seja como aconteceu no passado. Quem quiser que venha atrás.

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